

O principal problema ligado à manutenção e
ao bom equilíbrio da umidade é a natureza contraditória
de objetivos que uma pessoa tente alcançar: de um lado a
meta é conservar o conteúdo da umidade do ar circundante
o mais alto possível e do outro o desejo é limitar
a quantidade de água líquida devido ao risco de dano
causado por micróbios.
Este risco existe quando a condensação ocorre resultante
da alta umidade relativa do ar e da variação de temperaturas.
É sabido que alguns tipos de fungos, tais como botritis,
podem germinar somente em água parada.
Um ataque de botritis pode resultar na queda de pétalas
e quebra de troncos e caules. Não há solução
simples para o problema da umidade. Pode-se aplicar materiais à
base de papéis para absorver a umidade e prevenir a condensação.
Outra possibilidade é usar filmes plásticos perfurados
e embalar com venturas de ventilação.

O etileno é um gás produzido em baixa concentração
por todas as flores e plantas. Sua função é
importante no crescimento e desenvolvimento, processo de floração,
etc. Se há muito etileno no ar circundante (gases de exaustão,
frutas maduras), as flores e plantas sensíveis ao etileno
sofrerão queda, murchamento, secagem do botão, folhas
amareladas, entre outros.
Portanto, pode ser muito perigoso misturar cargas de flores e frutas
num mesmo contêiner, uma vez que o etileno produzido pelas
frutas danificam as flores. Além disso, a produção
de etileno é estimulada por altas temperaturas e luzes baixas.
Problemas podem ser superados pelo uso de inibidores de etileno,
tais como tiosulfato prata para corte de flores e manter em baixa
temperatura.

À parte a umidade relativa do ar, pode haver uma necessidade
de regar o caule para prevenir a sua secagem e das folhas. Isso
pode ser feito com copos plásticos na base do caule ou utilizando
certos tipos de materiais esponjosos que garantem o fornecimento
de água durante vários dias.

O manuseio de caixas de papelão e vibrações
durante o transporte podem causar danos mecânicos. A maneira
mais efetiva de prevenir tais danificações é
a ‘embalagem compacta’, mais firme para flores e plantas
em mangas, cilindros, etc. Quando caixas de papelão são
usadas, as flores podem ser pressionadas com interiores (madeira,
espuma) para prevenir movimento durante a distribuição.
Flores sensíveis podem ser separadas por pedaços
de papelão dobrados, especialmente desenhados. Quando materiais
plásticos ou de borracha são usados para imobilizar
caules de flores, o grau de fricção deste material
e do caule deve ser medido (teste de queda da caixa).

Quando se refere às especificações de caixa,
construção e design gráfico, sugere-se consultar
o arquivo sobre embalagens para frutas e verduras. Mas, duas observações
podem ser feitas particularmente para a embalagem das flores.
A primeira, é que deve-se levar em consideração
que a força de empilhamento de uma caixa de papelão
depende do comprimento das pontas horizontais que mostram fluting
vertical. A segunda, é que a caixa de papelão entrega
sua força máxima quando compressada a uma profundidade
de 1-2 cm.
Portanto, encher completamente uma caixa, resulta numa situação
onde as flores suportam toda a carga e a caixa, nenhuma força.
O super enchimento da caixa de papelão de flores tem, portanto,
um efeito bastante negativo e deve ser evitado. . Este é
o erro mais cometido na prática atual.

As dimensões das caixas dependem das dimensões padronizadas
de paletes. Para transporte intercontinental, prevalece a dimensão
do palete 120 x 100 cm. Para flores de corte com hastes longas,
deve-se levar em conta tamanhos padronizados de caixas com um comprimento
de 100 cm. Os tamanhos mais populares são: 100x20 cm, 100x30,
100x40 e 100x60. Para flores extra longas, a dimensão de
120 x 50 cm pode ser usada.
Para maiores informações sobre embalagem, clique
aqui.

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