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É provável que a empresa tenha gasto, entre erros e êxitos, vários anos para chegar ao ponto em que se encontra agora no mercado interno. Finalmente sabe como gerenciar e que passos não darem.

Quando se chega à decisão de exportar, muitas vezes não se considera que será iniciada uma atividade na qual não se tem experiência, e talvez se pense em fazer do mercado externo uma extensão da atividade praticada no mercado interno.

Entretanto, as variáveis do mercado internacional são, às vezes, incontroláveis, como um mar em tempestade, e isso exige um marinheiro esperto e muito bem informado. A legislação, a variação da taxa de câmbio, a situação econômica, a concorrência e muitas outras variáveis são frequentemente desconhecidas.

Numerosas pesquisas têm demonstrado que os principais pontos de fragilidade nas empresas com relação ao mercado internacional são:

  • Falta de informação;
  • Desconhecimento do tipo de apoio existente para as exportações;
  • Desconhecimento de como gerenciar a exportação;
  • Dificuldade em adaptar-se a outras culturas;
  • Estruturas inadequadas;
  • Falta de atitude.

Adiantando rapidamente alguns conceitos, sublinha-se que a exportação baseie-se em quatro importantes parâmetros:

  • mercado – comunicação, seleção, gestão;
  • produto – um produto que corresponda às exigências dos consumidores;
  • empresa – uma empresa que pense internacionalmente e atue, em consequência, integrando várias funções;
  • informação – a informação está na base de todo projeto de exportação.

Preliminarmente, e querendo responder à pergunta “Como exportar?”, deve-se considerar o seguinte esquema:

  • avaliação da capacidade internacional;
  • identificação das oportunidades de negócio;
  • seleção do mercado e parceiro;
  • promoção;
  • comercialização;
  • administração.

Fonte: MINERVINI, NICOLA. Apostila Treinamento em Comércio Exterior, Brasília. MDIC/SECEX, 2012. Capítulo 8, p.300 a 305.

 

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