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Para quem oferece as melhores condições. Encontra-se esta resposta em qualquer manual de Marketing internacional. Porém, é a empresa que está buscando essas condições ou são os importadores que estão buscando a empresa?

Muitas vezes não são os exportadores que vendem, mas os importadores que compram e, portanto, mais que exportador, a empresa é fornecedora (aceitando quase sempre as condições do comprador).

O parceiro deve ser selecionado, avaliado, provado; só depois se deve iniciar um processo de exportação. Quantas vezes deve-se aceitar vender ao primeiro que solicita uma proposta? Ou pior, quantas vezes o empresário assinou um contrato de exclusividade para um mercado externo com alguém que não foi selecionado?

São citadas algumas formas de localizar um possível importador:

  • câmaras de comércio bilaterais;
  • empresas de consultoria;
  • Internet;
  • revistas especializadas;
  • bancos;
  • consulados e embaixadas de países estrangeiros;
  • associações de categoria;
  • World Trade Center (associações de empresas de comércio exterior);
  • feiras internacionais.

A seleção dos parceiros é fator determinante para o êxito da internacionalização. Naturalmente, ela depende do poder contratual do empresário, porém deve-se dispor de várias alternativas antes de se decidir com quem trabalhar.

O Universo do Exportador

É comum para o exportador iniciante sentir-se desamparado quando começa a encontrar as primeiras dificuldades. Ele desconhece as entidades, as ações e as ferramentas que podem ajudá-lo a sair desses problemas. Entre outras, podem ser citadas:

  • secretarias estaduais ligadas ao comércio exterior;
  • bancos em geral;
  • câmaras de comércio bilaterais;
  • Eurocentros;
  • Centro internacional de Negócios (CIN).

Fonte: MINERVINI, NICOLA. Apostila Treinamento em Comércio Exterior, Brasília. MDIC/SECEX, 2012. Capítulo 8, p.307 a 310.

 

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