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 Adotando
uma postura exportadora, as empresas fabricantes de máquinas
e equipamentos conquistam uma fantástica melhoria na
qualidade de seus produtos.
A melhora significativa na qualidade dos
processos produtivos, inclusive dos próprios produtos,
tendem a aumentar, ao se iniciar a atividade exportadora,
tendo em vista a necessidade que a empresa possui de adaptar
e aperfeiçoar o seu produto constantemente, dado o
alto grau de exigência dos compradores estrangeiros
(importadores), assim como do comércio internacional
em geral.
Então, ao ingressarem no mercado internacional,
as empresas fabricantes de máquinas e equipamentos
geralmente desenvolvem ou adquirem tecnologias, devido a comercialização
internacional exigir padrões, normas e procedimentos
que demandam a adoção de novos processos de
produção e controle.
A adoção desses processos e
visão de qualidade, com o tempo, passam a ser incorporados
e internalizados pelas empresas, tornando-se atividades rotineiras,
desenvolvendo, e muito, a empresa como um todo.
Nesse contexto, as empresas exportadoras
de máquinas e equipamentos, ao adotarem programas de
qualidade internacionalmente reconhecidos e a desenvolverem
rigorosos testes em seus produtos, proporcionam ganhos expressivos
de produtividade, evitam problemas com importadores (e até
uma possível devolução do produto), ganham
mercados e consolidam a marca “Made in Brazil”
como fator de qualidade reconhecida no comércio internacional. |